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terça-feira, 30 de abril de 2013

Mulheres também desfrutam do cine pornô.



  Um estudo realizado pela Northwestern University, nos EUA para identificar os efeitos da pornografia na excitação  feminina, conclui que, as mulheres que assistem filmes eróticos tendem a ter menos preconceitos sexuais e uma vida sexualmente mais plena, pois estão livre de preconceitos.

  Até uma década atrás, os homens eram os maiores consumidores de pornografia e material erótico, entretanto ao longo desse período as mulheres passaram a fazer parte ativamente desse mercado, absorvendo uma fatia expressiva desse consumo, antes tão masculino.

  A psicóloga e sexóloga da Universidade de Buenos Aires, Celia Laniado diz que, mulheres que consomem material erótico são em sua grande maioria mulheres de mente mais aberta e mais ousadas com seus parceiros, comportamento esse diferente das mulheres não consumidoras do mesmo mercado.

  Segundo Celia Laniado o que é mais notável para as mulheres com relação a pornografia é que o que realmente as emociona são os atos sexuais e não os atores, ao contrario do que excita os homens, em grande maioria as atrizes.

  Os filmes para as mulheres estimulam-as a aprender coisas que são de outra maneira muito mais difíceis de se explicar na prática.

  Abaixo, segundo o estudo foi identificado o que  as mulheres gostam e o que não gostam com relação ao mundo dos filmes porno:

As mulheres não gostam:
  • Da falta de argumentos, ou seja, não há quase contexto nos filmes, não há historia.
  • Excesso de repetição.
  • Situações incomuns.
  • Os locais.
  • A masturbação feminina é pouco e quase nunca tratada.

As mulheres gostam:
  • De aprender novas formas de tocar e acariciar seus parceiros.
  • Novas técnicas para a prática do sexo oral.
  • Assistir a filme acompanhada do seu parceiro e quase nunca sozinhas.
  • Novas posições.
  Cada dia mais o mundo está redescobrindo como tratar o que todos nós homens e mulheres gostamos e nos castramos por uma convenção politicamente correta. A visão aqui não é singular.